Mídia B2B · Medição até o contrato assinado
Gestão de LinkedIn Ads com a venda rastreada até o contrato.
O lead mais caro do Brasil merece ser medido até o fim.
No LinkedIn o clique custa de três a dez vezes o do Meta, e a venda que ele gera fecha em reunião, semanas depois, longe da internet. O painel do LinkedIn nunca vê esse contrato — então ele otimiza para lead barato, não para cliente. A Ledo devolve a venda fechada para a plataforma. A partir daí o algoritmo procura quem assina, não quem preenche.
Quero saber se o LinkedIn fecha pra mimDiagnóstico gratuito direto com o CEO, sem intermediário
LinkedIn Ads não é caro. Ele é mal medido.
Quase toda conta de LinkedIn que chega aqui tem o mesmo diagnóstico: a plataforma está fazendo exatamente o que foi ensinada a fazer. O problema é o que ela foi ensinada.
Os quatro sintomas têm uma causa só: o LinkedIn só sabe o que você contou pra ele. Se a única coisa que volta é "formulário preenchido", é formulário barato que ele vai buscar — e formulário barato, no LinkedIn, é o curioso, o estudante e o concorrente.
Muito lead, nenhuma reunião
O relatório mostra custo por lead aceitável e o comercial diz que não dá para ligar para ninguém. Os dois estão certos: o algoritmo entregou o que foi pedido.
A venda fecha e ninguém registra
O contrato é assinado numa reunião trinta dias depois. Essa informação morre no CRM e nunca chega ao LinkedIn — que segue otimizando com dado de um mês atrás.
Público largo demais
Segmentar por "setor de tecnologia" no Brasil é falar com centenas de milhares de pessoas. Sem recorte de cargo e senioridade, você paga o CPC premium do LinkedIn por audiência de rede social comum.
Verba dividida sem critério
Um valor no Google, outro no Meta, um resto no LinkedIn — sem ninguém ter calculado qual canal o seu ticket sustenta. É a decisão mais cara do marketing feita por intuição.
LinkedIn Ads, sem rodeio.
As quatro perguntas que decidem se este canal serve pro seu negócio, respondidas em um parágrafo cada.
O que é LinkedIn Ads?
É a plataforma de anúncios do LinkedIn. O diferencial não é o formato — é que as pessoas mantêm cargo, empresa, setor e senioridade atualizados por conta própria, porque a carreira delas depende disso. Nenhuma outra plataforma tem esse dado declarado pelo próprio usuário.
Para quem funciona?
Para quem vende para empresa e precisa falar com um cargo específico: software, indústria, serviço B2B, consultoria, saúde ocupacional, educação corporativa. Não funciona para venda por impulso nem para ticket que não sustenta o custo do lead — e essa conta está logo abaixo.
Quanto custa?
O clique custa de três a dez vezes o do Meta, porque você disputa a atenção de um cargo, não de qualquer pessoa. Não existe valor único: setor, senioridade e concorrência mudam tudo. O que existe é uma conta para saber se fecha, e ela começa no seu ticket.
Como se mede de verdade?
O painel do LinkedIn para no formulário. A venda B2B fecha em reunião, semanas depois. Nós devolvemos o contrato assinado do CRM para a plataforma como conversão — é isso que faz o algoritmo caçar quem assina em vez de quem clica.
Antes de falar de campanha: o LinkedIn fecha a conta pro seu negócio?
É a primeira coisa que fazemos num diagnóstico, e é a que mais desqualifica. LinkedIn Ads é o canal de lead mais caro do país — o que só é problema se o seu contrato não sustentar. Faça a conta antes de fazer a campanha.
Custo por lead no LinkedIn
R$ 80–250
Faixa típica em B2B no Brasil. Varia muito por setor e senioridade: diretor de indústria custa mais que analista de tecnologia. É o número que o seu painel mostra depois de trinta dias.
Fechamento do seu comercial
5% – 15%
De cada cem leads qualificados, quantos viram contrato. Esse número não vem do anúncio, vem do seu CRM — e é o que a maioria das empresas não sabe de cor.
Custo por cliente novo
R$ 530 – 5.000
É essa faixa que o seu ticket precisa sustentar. Contrato de R$ 500 pago uma vez: o canal errado é o LinkedIn, e nenhuma otimização conserta isso. Contrato de R$ 5 mil por ano, ou ticket que se paga em poucos meses de recorrência: o LinkedIn passa a ser o canal mais preciso que existe — e o custo alto do clique deixa de ser o assunto.
As faixas acima são de mercado B2B, não resultados da Ledo — servem para você fazer a conta antes de qualquer reunião. No diagnóstico refazemos com o CPL da sua conta e o fechamento do seu CRM. Se o número não fechar, nós dizemos isso.
A única plataforma onde você compra cargo, não interesse.
No Meta e no Google você chega ao decisor por aproximação: comportamento, interesse, palavra buscada. No LinkedIn a pessoa declarou o cargo dela — e mantém atualizado, porque a carreira dela depende disso. É a diferença entre supor quem decide e escolher quem decide.
- Cargo, função e senioridade — do analista ao C-level, com recorte de tempo de experiência.
- Setor e tamanho da empresa, para separar indústria de 500 pessoas de startup de 10.
- Lista de empresas nomeadas: você sobe as contas-alvo e anuncia só para elas.
- Exclusões, que valem mais que inclusões — tirar estudante, concorrente e recrutador do público.
- Formação, competências declaradas e participação em grupos profissionais.
Segmentar bem no LinkedIn é, principalmente, excluir bem.
Qualquer gestor sobe campanha no LinkedIn. Quase ninguém fecha o circuito até o contrato.
A parte visível — criar campanha, escolher cargo, subir criativo — é a mesma em qualquer agência. O que separa conta que escala de conta que estagna em B2B é o que acontece depois do formulário: se a venda volta ou não para a plataforma. Essa camada é engenharia de dados, e na Ledo ela é feita em casa.
O contrato assinado volta pro LinkedIn. Fechou numa reunião trinta dias depois? A plataforma é avisada. Ela para de procurar gente parecida com quem preencheu e começa a procurar gente parecida com quem pagou. Nome técnico: conversão offline.
O lead nativo chega no CRM, não no painel. O formulário do LinkedIn converte mais porque já vem preenchido — mas se ninguém integrar, o lead esfria dentro da plataforma. Integramos por API, para o vendedor receber no lugar onde ele trabalha.
Lead qualificado é definido com o comercial, não pelo marketing. Em B2B o atrito clássico é o vendedor dizer que o lead é ruim. Acertamos o critério antes de subir campanha, senão o algoritmo aprende com a definição errada.
Relatório que mostra o cargo que está entrando. Nos primeiros trinta dias a leitura não é receita — é qualidade de quem está preenchendo. Ciclo B2B leva de trinta a cento e vinte dias; cobrar receita antes disso mata a campanha antes do teste terminar.
O algoritmo não é mágico. Ele é obediente.
O LinkedIn vai buscar exatamente aquilo que você ensinou a ele. Se a última coisa que ele soube é "alguém preencheu um formulário", é preenchimento que ele vai otimizar. Se ele souber "esse lead virou um contrato de R$ 40 mil", o alvo muda — e o custo por cliente cai mesmo com o clique continuando caro.
A Ledo administra mais de R$ 2 milhões em verba de anúncios e opera essa máquina de conversão offline hoje em Google Ads e Meta Ads. O encanamento que devolve a venda para o LinkedIn é o mesmo, e já está construído.
E você acompanha sem depender de nós: dashboards em tempo real no app da Ledo mostram cada lead, a origem dele e a venda quando ela fecha. O relatório mensal serve para decidir o próximo passo, não para descobrir o que aconteceu.
Algoritmo bem ensinado fica mais barato a cada venda que você registra.
Do clique ao contrato, e de volta.
O caminho que o dado percorre na operação da Ledo. É essa volta — a última seta — que quase nenhuma agência instala, e é ela que muda o que o algoritmo procura.
- O anúncio aparece para o cargo escolhido e a pessoa preenche o formulário nativo.
- A integração por API entrega o lead direto no CRM, com a origem preservada.
- O comercial trabalha o lead — e o ciclo B2B leva o tempo que precisa levar.
- O contrato assinado é registrado no CRM com valor e data.
- A venda volta para o LinkedIn como conversão offline. O algoritmo recalibra o alvo.
Sem a última linha, você tem relatório. Com ela, você tem aprendizado.
A operação de LinkedIn Ads, em quatro frentes.
O que entra na rotina mensal — e por que cada uma existe.
Público e Exclusões
Precisão antes de verba
Recorte por cargo, senioridade, setor e tamanho de empresa; listas de contas-alvo; e as exclusões que impedem a verba de ir para estudante, concorrente e recrutador.
Criativo e Oferta
Contribuição, não anúncio
No feed do LinkedIn o seu anúncio concorre com conteúdo profissional. Peças e copy que fazem sentido para o cargo que você escolheu — e várias, para o algoritmo ter o que testar.
Captura e Integração
O lead chegando onde se trabalha
Formulário nativo, pela taxa de conversão, integrado ao CRM por API. O dado de origem preservado do clique até o registro, para a atribuição não se perder no caminho.
Medição e Conversão Offline
O circuito fechado
Trackeamento server-side, atribuição e o retorno da venda fechada para a plataforma. É a frente que diferencia esta operação — e a que quase nenhuma agência entrega.
Como a operação começa: 5 etapas, a conta primeiro.
Nenhuma campanha sobe antes da etapa 1 fechar. Se a conta não fecha, nós dizemos — e ninguém perde trinta dias de verba para descobrir isso depois.
A Conta
Seu ticket, seu ciclo e o fechamento do seu comercial contra o custo de lead do seu setor. Sai daqui um sim ou um não, por escrito.
Cargo e Contas-alvo
Quem decide, quem influencia e quem só atrapalha o algoritmo. Definimos inclusões e exclusões com o comercial na sala, não sozinhos.
Medição Antes da Mídia
Trackeamento, integração do formulário com o CRM e o caminho de volta da conversão offline. A máquina antes da verba — sempre nessa ordem.
No Ar e Aprendendo
Campanha ativa com criativos variados. Nos primeiros trinta dias a leitura é qualidade do cargo que entra, não receita.
Ciclo de Decisão
Reunião mensal lendo o número até onde ele chega. Conforme as vendas fecham e voltam, o alvo do algoritmo aperta e o custo por cliente cai.
A pergunta não é quem sobe a campanha. É quem responde pelo contrato.
Para no formulário preenchido
- Reporta custo por lead e chama isso de resultado.
- Público por setor, sem recorte de cargo — CPC premium para audiência larga.
- Formulário nativo sem integração: o lead esfria dentro do painel.
- A venda fecha e a plataforma nunca fica sabendo.
Mede até o contrato assinado
- A conta feita antes da campanha: se não fecha, você ouve isso.
- Cargo, senioridade e contas-alvo definidos junto com o seu comercial.
- Formulário nativo integrado ao CRM por API, com origem preservada.
- Conversão offline devolvendo a venda — o algoritmo passa a caçar quem assina.
A verba de mídia é paga por você, direto para o LinkedIn, na sua própria conta de anúncios — não intermediamos pagamento nem revendemos mídia. Você vê no painel exatamente o que foi gasto, sem depender de relatório nosso para saber.
LinkedIn é o canal certo, ou é outro?
Canal errado não se conserta com otimização. A escolha entre Google, Meta e LinkedIn depende de como o seu cliente compra — não de qual plataforma está em alta. Se a conta acima não fechou pro seu caso, a resposta provavelmente está aqui.
Gestão de LinkedIn Ads
Você está aqui. Vende para empresa, o cargo de quem decide importa e o seu contrato sustenta o lead mais caro do mercado — desde que ele seja medido até a assinatura.
Gestão de tráfego pago →
Você não sabe em qual canal investir — ou desconfia que está no canal errado. Comece aqui: a escolha entre Google, Meta e LinkedIn depende de como o seu cliente compra.
Gestão de Google Ads →
A demanda pelo seu serviço já existe e as pessoas pesquisam por ele. O Google captura quem está procurando agora, com a intenção mais quente de todos os canais.
Gestão de Meta Ads →
Ninguém sabe que o seu serviço existe, então ninguém pesquisa por ele. Instagram e Facebook criam a demanda antes da busca — é o canal de volume mais barato.
Consultoria de Google Ads →
A sua conta já roda e você quer saber o que está errado nela, sem terceirizar a operação. Auditoria pontual com entrega de diagnóstico, não mensalidade.
Google Ads em Curitiba →
Sua empresa é de Curitiba ou região metropolitana e você prefere quem conhece a disputa bairro por bairro. Mesmo serviço do nacional, com leitura local.
Meta Ads em Curitiba →
Público de Curitiba e região no Instagram e Facebook, com segmentação por bairro e o conhecimento de quem opera na cidade.
Google Ads em Brasília →
Operação de Google Ads para empresas do Distrito Federal, com leitura do mercado local e da concorrência da região.
Credencial se mostra, não se promete.
Quem responde pela sua verba e o que existe de prova por trás.
Algumas empresas que confiam a verba na nossa mão.
De indústria e saúde ocupacional a serviço B2B, turismo e educação — mídia paga que responde por número em segmentos diferentes.
















O que dizem sobre o trabalho da Ledo
Avaliações reais publicadas no Google, puxadas direto do nosso perfil — sem seleção nossa.
- Jiló Agência de Viagem e Cultura6 months ago on
a minha experiência com a Ledo tem sido muito positiva. são profissionais criativos, bons ouvintes e proativos. cumpriram perfeitamente o nosso cronograma de entregas, entenderam muito bem a identidade da minha marca e trabalharam com profissionalismo. recomendo muito! agradeço em especial a Sumaia e Juliana, que têm me acompanhado desde o início da nossa jornada de construção do site.
- Douglas Souza11 months ago on
Equipe muito comprometida e segura do que faz. Recomendo.
- Carolina Lippmann11 months ago on
A Agência Ledo tem feito um execelente trabalho pra nós, com um atendimento ágil e sempre preocupados em melhorar! Nosso atendimento é feito pela Sumaia, que nos presta um suporte rápido e eficiente!
- Rafael freire de souza11 months ago on
Muito bom o serviço, extremamente profissionais e competentes. Sempre estão a disposição para trabalhar em conjunto para alcançar os melhores resultados. Recomendo muito.
- Aurea Hipólito11 months ago on
Após passarmos por algumas outras agências, agora estamos mais satisfeitos com todo o trabalho da Ledo. Eles têm se empenhado em entender o nosso negócio. Profissionais responsáveis e qualificados que se preocupam com uma entrega de excelência.
- CHAVEIRO 24 DE MAIO11 months ago on
Empresa nota 10. Essa realmente tem conhecimento e compromisso com seus cliente. Obrigado pela parceria.
- serralheria czys11 months ago on
Excelente profissional, entregam o melhor trabalho!
- Marcelo Vianna1 year ago on
Muito satisfeito com atendimento do Rafael, muito atencioso, esclareceu todas as dúvidas, pontual nas reuniões, ...eu recomendo.
Perguntas frequentes sobre LinkedIn Ads.
É a plataforma de anúncios do LinkedIn. A diferença dela para todas as outras não é o formato do anúncio — é a base de dados por trás: as pessoas mantêm o próprio cargo, empresa, setor e senioridade atualizados porque a carreira delas depende disso. Nenhuma outra plataforma tem essa informação declarada e mantida pelo próprio usuário. É por isso que o LinkedIn é o único canal onde você compra atenção por função, e não por interesse presumido.
Funciona quando você vende para empresa e o cargo de quem decide importa: software, serviço B2B, indústria, consultoria, saúde ocupacional, educação corporativa, recrutamento. Não funciona quando o seu cliente é pessoa física comprando por impulso ou preço, nem quando o seu ticket não sustenta o custo do lead. É o canal mais caro por lead que existe no Brasil — e ser caro não é problema quando o contrato vale, mas é ruína quando não vale. A conta que separa os dois casos está mais acima nesta página.
O LinkedIn cobra por clique ou por mil impressões, em leilão. O clique dele custa, tipicamente, de três a dez vezes o clique do Meta — porque você não está disputando atenção de qualquer pessoa, está disputando a atenção de um cargo específico numa empresa específica. Não existe número único: depende de setor, senioridade e concorrência. O que existe é uma conta para saber se fecha, e ela começa pelo seu ticket, não pelo CPC.
A pergunta certa não é o mínimo que a plataforma aceita — é o mínimo que produz aprendizado. Verba pequena demais gera poucos dados, o algoritmo não aprende, o custo por lead sobe e a conclusão vira "LinkedIn não funciona" quando o problema era amostra. No diagnóstico gratuito calculamos o piso a partir do seu ticket e do fechamento do seu comercial — e se o número não fechar, nós dizemos isso em vez de vender a campanha.
Os principais são o conteúdo patrocinado, que aparece no feed como publicação; o formulário de geração de leads, que preenche os campos com o dado do perfil e por isso converte mais que landing page; a mensagem patrocinada, que cai na caixa de entrada; o anúncio de texto e o de destaque, mais baratos e de reforço; e o anúncio de vaga, para recrutamento. A escolha não é estética: cada formato compra um momento diferente da decisão.
É uma publicação que aparece no feed de quem você escolheu alcançar, marcada como patrocinada. Pode ser um post que já existe na página da empresa e teve bom desempenho orgânico — o que costuma render melhor, porque já provou que prende atenção — ou uma peça criada só para a campanha. No feed do LinkedIn ele concorre com conteúdo profissional, não com entretenimento: anúncio que parece anúncio perde para anúncio que parece contribuição.
Por cargo, função, senioridade, tempo de experiência, setor, tamanho da empresa, empresa nomeada, formação, competências declaradas e grupos. Dá para combinar e para excluir — e excluir costuma valer mais que incluir: tirar estudante, concorrente e recrutador de dentro do público é o que impede o algoritmo de gastar a sua verba com quem nunca vai comprar. Também dá para subir uma lista de empresas-alvo e anunciar só para elas, que é o formato usado em vendas complexas.
Aqui está o ponto que quase ninguém resolve. O painel do LinkedIn mostra até o formulário preenchido. A venda B2B fecha em reunião, semanas depois, fora da internet — e o LinkedIn nunca fica sabendo. Resultado: o algoritmo otimiza para lead barato, porque é a única coisa que ele consegue ver. A Ledo fecha esse circuito: quando a venda acontece no CRM, ela volta para o LinkedIn como conversão. A partir daí o algoritmo procura gente parecida com quem assinou, não com quem preencheu.
Traz quando três coisas estão no lugar: público realmente restrito ao cargo que decide, oferta que faz sentido para aquele cargo, e medição que vai até o contrato. Falta uma das três e o canal parece caro — mas o que está caro é o desperdício, não o clique. A maioria das contas que "não deu resultado" no LinkedIn tinha público largo e medição que parava no formulário.
O LinkedIn sabe o cargo da pessoa porque ela mesma declarou e mantém atualizado. O Meta infere interesse por comportamento, e chega a decisor por aproximação. Na prática: o LinkedIn entrega precisão a um custo por lead muito mais alto; o Meta entrega volume barato com menos certeza de estar falando com quem decide. Ticket alto e ciclo longo pedem LinkedIn. Ticket menor, ou necessidade de volume para o comercial trabalhar, pede Meta. Quando os dois fazem sentido, o LinkedIn costuma entrar depois — sobre o público que o Meta já esquentou.
O formulário nativo converte mais, porque já vem preenchido com o dado do perfil e não tira a pessoa da rede. Em troca, ele é uma caixa fechada: se a integração não estiver feita, o lead fica preso no painel e ninguém liga para ele. Landing page dá controle total de rastreamento, mas perde conversão no caminho. Nós usamos o formulário nativo com integração ao CRM via API — melhor dos dois: a taxa do nativo, com o dado chegando onde o vendedor trabalha.
A frente de mídia paga da Ledo é conduzida por Douglas Lima, CEO e Head de Estratégia, certificado em Google Ads e responsável pela camada de dados da casa — trackeamento server-side, conversões offline e integrações via n8n. A engenharia de medição, que é o que diferencia esta operação, é feita internamente e não terceirizada. O time é enxuto de propósito: você fala com sócio, não com intermediário.
As primeiras impressões e cliques aparecem em dias. Lead qualificado, algumas semanas. Venda fechada depende do seu ciclo comercial — e em B2B ele raramente é curto: entre trinta e cento e vinte dias é normal. Isso muda o que se olha no começo: nos primeiros trinta dias a leitura é custo por lead qualificado e qualidade do cargo que está entrando, não receita. Quem cobra receita de LinkedIn em trinta dias mata a campanha antes do ciclo fechar.
A verba de mídia é sua e vai direto para o LinkedIn, na sua própria conta — não intermediamos pagamento de anúncio nem revendemos mídia. Sobre a remuneração da Ledo: até R$ 10 mil de investimento mensal é um fee fixo definido por escopo, sem percentual. Acima de R$ 10 mil o modelo pode incluir um percentual sobre o investimento, definido por escrito no contrato antes de qualquer assinatura. Prazo, aviso prévio e condições de saída também vão na proposta.
Sim. Os dados de lead trafegam pelas integrações oficiais das plataformas, o consentimento é coletado no ponto de captura com registro de versão da política, e a base fica na sua conta e no seu CRM — não numa planilha da agência. Quando enviamos conversão offline de volta para as plataformas, o dado vai com o tratamento que elas exigem (criptografado, sem informação sensível).
Comece pela conta, não pela campanha.
Agende um diagnóstico gratuito. Vamos calcular, com o seu ticket e o fechamento do seu comercial, se o LinkedIn sustenta o seu custo por cliente — e se não sustentar, indicar qual canal sustenta.
Seu diagnóstico de LinkedIn Ads
Vinte minutos para saber se o canal fecha a conta pro seu negócio. Sem compromisso e sem proposta empurrada.
Agendar diagnóstico gratuitoSeus dados são tratados com total confidencialidade
Diagnóstico gratuito a conta do LinkedIn fecha pra você?